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Jovem goleiro de Rolim de Moura garante vaga na Ponte Preta

Publicado Afotorm - 08/01/2014


Foto: Assessoria.

"- É preciso abrir mão de algumas coisas para conquistar o que sonhamos. No começo acho que vai ser difícil, pois nunca me afastei da minha família, mas pretendo matar a saudade sempre por telefone e aproveitar bem nas férias – diz..."

Emoção e nervosismo tomam conta do jovem atleta de Rolim de Moura. Após passar por um período de testes na Ponte Preta, Guilherme Cardoso, 13 anos, conseguiu ser selecionado e embarca no dia 13 de janeiro para o tão sonhado mundo da bola. O goleiro tem hoje 1,86 metro e treina desde os 10 anos em Rolim, onde foi visto e selecionado. Após os testes, o garoto diz que chegar lá não foi apenas sorte.

- Sempre me dedique muito para chegar onde cheguei e espero ir ainda mais longe – afirma convicto.

Guilherme afirma que vai ser uma fase difícil, mas necessária.

- É preciso abrir mão de algumas coisas para conquistar o que sonhamos. No começo acho que vai ser difícil, pois nunca me afastei da minha família, mas pretendo matar a saudade sempre por telefone e aproveitar bem nas férias – diz.

A família está orgulhosa e afirma que ainda não deu tempo de pensar na saudade. O pai Josemar Dionísio de Souza conta que foi tudo muito rápido e eles ainda não conseguiram parar para pensar ainda como serão esses dias longe do filho.

- Nunca esperamos que ele pudesse ser selecionado e que chegaria tão longe. Pra nós é orgulho e quanto a saudade tento não pensar muito, pois sei que vai ser grande – conta o pai emocionado.

Guilherme deveria iniciar os treinamentos na Ponte Preta em setembro, mas devido a pouca idade teve que esperar mais um pouco para viajar e ser alojado com os outros jogadores.

- Estou ansioso. Não vejo a hora de poder treinar num time de grande porte e com grande importância no cenário nacional – afirma o goleiro.

O atleta treina atualmente na escolinha WF Cruzeiro de Rolim de Moura, que funciona há dez anos. Para o treinador Charles Rodrigues é um orgulho e uma sensação de dever cumprido.

- A gente fica feliz, sensação de trabalho bem feito. Temos muito orgulho em poder ensinar o que a gente sabe a esses garotos e ver que eles estão correndo atrás dos seus sonhos. Jogar futebol é o sonho de qualquer garoto e poder ajudar de alguma maneira na realização desse sonho é uma honra – completa Charles.


 

 

Fonte: www.girocentral.com.br