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Rolim de Moura: Coordenador de Transplantes do Estado de Rondônia palestrou para Agentes de Saúde

Publicado Afotorm - 12/03/2014

Agentes de saúde recebem palestra em Rolim de Moura.

Foto: Assessoria.

"A contribuição da família do doador na hora em que é necessário fazer a captação do órgão é de extrema importância. "É um momento ideal para que ele possa ajudar não uma, mas várias pessoas", concluiu Dr. Alessandro..."

Nesta segunda-feira 10/03/14, no Sindicato dos Servidores em Educação (SINTERO) os agentes de saúde receberam informações sobre as doenças dos rins e transplantes renais; O Dr. Alessandro Prudente é coordenador da equipe de transplante de órgãos de Rondônia, é servidor publico estadual trabalha na área de urologia e professor na faculdade federal do estado.
Orientou os agentes de saúde sobre os cuidado com os rins, como identificar uma pessoa com sintomas, doença renal e encaminhá-lo ao medico para evitar danos maiores à saúde, os cuidados com alimentos com excesso de sal e certos tipos de medicação. O médico falou do trabalho que vem realizando com a equipe e conscientização no estado para doação de órgãos logo após que o paciente é diagnosticado como morte cerebral, quem pode ser doador, como ser doador e o que faz com órgãos depois da retirada.
O contato com a família para a doação acontece logo após a constatação da morte. "Entramos em contato com a família e a partir daí começa todo um trabalho da equipe de saúde para conscientizar os responsáveis sobre o beneficio que seria a doação dos órgãos", diz o médico, a família se sensibiliza e autoriza a capitação dos órgãos. O estado de santa Catarina e Rio grande do sul receberam os dois rins de um jovem de uma cidade do estado, que num acidente teve morte cefálica e a família mesmo na dor doaram os órgãos para que vidas fossem salvas, relata quando acontece esse lindo gesto de amor, a identidade do paciente é guardada em sigilo. Por questão geográficas apenas os rins foram retirado desse paciente por ter um tempo de limite de 36 a 48 horas para ser transplantado.
Para o médico Alessandro Prudente é necessário que haja conscientização e divulgação de informações a respeito da doação de órgãos. É muito importante a gente desenvolver uma cultura de doação de órgãos. As pessoas ainda tem certo medo em relação à doação de órgãos, por ela acontecer no paciente com o coração batendo, embora o paciente esteja em morte encefálica.
A captação de córneas, rins e fígado, são as mais comuns. "Outros órgãos como coração e pulmão exigem que a equipe transplantadora esteja mais próxima do lugar da doação", ressalta. A contribuição da família do doador na hora em que é necessário fazer a captação do órgão é de extrema importância. "É um momento ideal para que ele possa ajudar não uma, mas várias pessoas", concluiu Dr. Alessandro.

 

Por Luzia Domingues - Afotorm