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Atingidos pela cheia em Rondônia receberão benefícios todo dia 15

Publicado Afotorm - 26/08/2014

Recursos beneficiaram 5,432 mil famílias em todos o estado.
Governo pediu prorrogação para os auxílios Aluguel e Vida Nova.

Foto: Assessoria.

"Até agora, 5.432 famílias foram cadastradas para receber os auxílios Vida Nova e Aluguel Social, mais de 27 mil pessoas em todo o estado..."

A partir de setembro, os benefícios do Plano de Reconstrução de Rondônia terão data fixa para serem pagos aos atingidos pela enchente histórica do Rio Madeira. De acordo com a a Secretaria Estadual de Assuntos Estratégicos (Seae), todo dia 15 de cada mês os auxílios estarão disponíveis aos beneficiários nas agências do Banco do Brasil. Além disso, novas ações estão sendo realizadas para atender as pessoas que não conseguiram se cadastrar e ainda não contam com os recursos disponibilizados pelo estado.

Até agora, 5.432 famílias foram cadastradas para receber os auxílios Vida Nova e Aluguel Social, mais de 27 mil pessoas em todo o estado. Em Porto Velho, mais de mil pessoas ainda não conseguiram comprovar a necessidade. Com a intensidade do nível rio subindo na época da cheia, mais de duas mil pessoas atingidas não foram relacionadas pela Defesa Civil.

De acordo com a Seae, Jacy-Paraná, Fortaleza do Abunã e Distrito de Abunã não conseguiram vir à capital para se cadastrar, por conta disso e de fraudes no processo de cadastro, equipes da secretaria estão vistoriando os locais atingidos e realizando o cadastro das famílias, junto com a Comissão dos Atingidos, que ajudam a identificar e validar as informações por meio de fotos e cadastro in loco. Muitas pessoas já começaram a receber o Aluguel Social e Vida Nova no dia 15 de agosto e, a partir desta segunda-feira (25), os benefícios continuam a ser fornecidos pelo Banco do Brasil.
Segundo Rosana Cristina Vieira, diretora executiva da Seae, foi acordado o dia 15 de cada mês, como data fixa para pagamento dos benefícios, que irá vigorar a partir de setembro.

Algumas ações foram criadas entre o governo e a Prefeitura de Porto Velho para atender os atingidos que perderam suas casas. Segundo Rosana, a responsabilidade de reconstrução é do município e o governo complementa. Para São Carlos e Nazaré, os atingidos puderam escolher o local para reconstrução dos distritos. No projeto de urbanismo, o governo desapropria as terras, abre a mata e pavimenta a área. O município participa com a construção das residências.

Um auxílio de crédito para móveis também deve ser liberado a partir de setembro. Os atingidos receberão um vale com um valor específico para retirada nas lojas credenciadas ao Plano de Reconstrução.
O governo do estado pediu prorrogação para o período de fornecimento dos auxílios. No Plano de Reconstrução, o Aluguel Social seria fornecido durante seis meses, mas como muitas famílias não puderam retornar às suas residências e não encontraram um novo local para morar, o governo pretende continuar com auxílio. Porém, está sendo estudado um projeto de lei para transformar o benefício em auxílio emergencial, caso o estado não consiga a prorrogação para atender os atingidos do Baixo e Médio Madeira.

A Defesa Civil, junto à Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) iniciaram uma nova ação de distribuição de água mineral e cestas básicas nos distritos de Porto Velho, Baixo e Médio Madeira e mais de 2,5 mil famílias estão sendo beneficiadas.




 

 

 




 

 

 

 

 

Fonte: g1.globo.com/ro