O contedo desta pgina requer uma verso mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Campeão mundial de jiu-jítsu utiliza vinda à Rondônia para retomar treinos

Publicado Afotorm - 27/08/2014

Bronze no mundial de 1999 e ouro em 2008 e 2013, Antônio Ribeiro se viu sem poder treinar devido uma contusão. Recuperado, ele treina para o Mundial em Long Beach

Foto: (Foto: Daniele Lira)

"Antônio Sotto Mayor Ribeiro..."

Calmo e com muita vontade de voltar à antiga rotina, Antônio Sotto Mayor Ribeiro, de 38 anos, campeão mundial de jiu-jítsu, está em Porto Velho para treinar e passar aos mais jovens um pouco dos seus conhecimentos. Bronze no mundial de 1999 e ouro nos de 2008 e 2013, Antônio se viu sem poder treinar devido uma contusão. Agora, meses depois da última luta, mudou de cenário para tentar recuperar o tempo perdido.
A carreira de lutador começou na infância, quando começou a fazer jiu-jítsu por incentivo da mãe. Com um futuro promissor no esporte, Antônio nunca deixou de estudar e se formou em Administração.
- Bom, colocaram uma bola no meu pé e não deu muito certo, então eu fui para o jiu-jítsu - brinca. Eu era muito agitado quando pequeno e minha mãe viu no esporte uma solução. Comecei a praticar, me apaixonei e não consegui mais ficar longe. Sou formado em Administração, quando precisei decidir entre trabalhar de terno ou de quimono, eu escolhi o quimono. Mas uma coisa eu sempre digo aos meus alunos: nunca parem de estudar.

Ao se machucar em uma luta, Antônio precisou passar cerca de quatro meses parado. Com tratamento e medicações, perdeu a forma e o ritmo de treinos. No entanto, com a liberação do médico e aproximação do Mundial em Long Beach na Califórnia, que acontece nos dias 1 e 2 de novembro, ele voltou aos tatames com muita garra e faz planos para um possível futuro em Porto Velho.
- Pretendo ficar por aqui uns três meses, mas pode ser que eu me mude para cá de uma vez. Me disseram que se eu beber água do Rio Madeira não vou mais embora (risos). Participei de uma competição em abril e acabei sofrendo uma contusão. Com isso tive que parar um tempo para me tratar e acabei saindo do ritmo. Estar em Porto Velho foi uma ótima escolha, aqui vou me dedicar aos treinos de novo e passar um pouco do que eu sei para a molecada.
Sem conhecer direito a cidade, a rotina do lutador se baseia nos treinos e nas aulas. Como orgulhoso professor, ele afirma que pretende formar atletas que consigam ir mais longe que ele, e que para isso basta a força de vontade e persistência.
- Para falar a verdade ainda não conheço muito a cidade, minha rotina é de casa para o tatame, do tatame para casa. Estou aqui a pouco tempo mas já pude ver que os atletas têm um nível técnico muito alto. Pretendo treinar eles para que sejam melhores que eu. Acredito que daqui podem sair grandes campeões é só eles persistirem. Um faixa preta e só um faixa branca que nunca desistiu.



"Antônio, em treino com aluno faixa branca..."


 

 

 




 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: globoesporte.globo.com/ro