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Museu chinês solicita devolução de patrimônio histórico exposto em universidade dos EUA

Publicado Afotorm - 16/01/2017

Um museu na China solicitou a devolução de duas esculturas de cavalos, que foram ilegalmente vendidas para o exterior e que atualmente estão sendo exibidas no museu da Universidade da Pensilvânia.

Foto: br.sputniknews.com

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Soldados de Terracota China

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Os dois cavalos ao fundo

 

 

 

 

 

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O museu de Zhaoling fez a solicitação em 11 de janeiro através do serviço de mensagem WeChat, informa o jornal China Daily. A instituição chinesa espera receber de volta o patrimônio histórico, que, atualmente, faz parte das peças do Museu de Arqueologia e Antropologia da Universidade da Pensilvânia (O Museu de Penn), para que a coleção de cavalos seja reunida novamente.

De acordo com o Museu de Penn, "a representação realista e excelente técnica de entalho dos relevos de pedra merecem lugar único na arte chinesa e história escultural. Elas representam importância excepcional como relíquias pessoais de um dos monarcas chineses mais poderosos". © AP PHOTO/ MIC SMITH, FILE Faltam 4 dias: China ainda não recebeu convite para cerimônia de posse de Trump Segundo o site oficial do Museu de Penn, os cavalos foram encontrados no túmulo do imperador de 1.200 anos atrás, sendo removidos de lá entre 1913 e 1917. Quatro deles estão na China, mais precisamente no museu de Beilin, na cidade de Xian. "Os outros dois foram vendidos e transportados para o Museu de Penn em 1918. Eles foram comprados por Eldridge R. Johnson, quem os doou ao museu em 1921", acrescenta o site da instituição dos EUA. O site China.org, citando arquivos do Museu de Xangai, afirma que os cavalos do Museu de Penn foram vendidos por 125 mil dólares ao então diretor do Museu de Penn pelo contrabandista de antiguidades, Lu Qinzhai, responsável pela ordem de remoção dos cavalos do túmulo do imperador.


 

 

Fonte: br.sputniknews.com